domingo, 2 de maio de 2010

Dois armários diferentes


1972
O armário 1972 foi elaborado com lâmina de pau ferro natural em seu exterior e laca verde por dentro. Seu estilo é uma releitura do design dos anos 70 feita com exclusividade para a Habitart, em Porto Alegre. Suas portas são retráteis permitindo seu uso como um aparador. Tem 1,52 m de altura, 0,73m de largura e e 0,51 de profundidade. Este armário tem especial valor afetivo para mim, pois é minha primeira obra criada para o Brasil e seu nome faz referência ao ano em que nasci: 1972.



Semainier
Já o gaveteiro foi concebido a partir de algumas indicações do próprio cliente Mercado Negro, onde pode ser adquirido assim como outras criações de minha autoria. É um móvel que agrega beleza e funcionalidade. Quando se abre sua porta, ela deixa aparecer sete gavetas, uma para cada dia da semana. Fiz uma aplicação de pássaros e borboletas no estilo do início do século 18 e utilizei ipê maciço e laminado. Esta marchetaria foi composta a partir de 15 diferentes essências.

quarta-feira, 14 de abril de 2010

Porta-joias

O trabalho de marchetaria é antigo e mantém-se atual com novos materiais e aplicações. Este porta-joias da foto é feito a partir de ébano verde maciço, lâmina de ébano verde e palha marchetada.
É uma criação livremente inspirada nos trabalhos de decoradores franceses das décadas de 30 e 40, como Jean-Michel Franck, André Groult, Emile Rulhmann.
A peça nas fotos se chama Mademoiselle e tem dimensões modestas (242x190x70 mm), com três compartimentos. Sua tampa é colocada sobre um pequeno cavalete marchetado de palha.
É uma boa sugestão de presente para jovens adolescentes organizarem suas primeiras jóias e bijuterias. Pode ser personalizada com letras marchetadas ao lado do espelho. Consulte-nos sobre prazo de entrega e valores.

sexta-feira, 27 de novembro de 2009

quinta-feira, 26 de novembro de 2009

Flores


As flores mostradas nos  slides acima são reproduções de detalhes de marcheterias aplicadas sobre móveis dos séculos 17 e 18. As peças originais foram feitas por Jean-François Oeben, Jean-Henri Riesener, Philippe-Jean e Charles-Joseph Boulle, filhos de André-Charles Boulle, que deu seu sobrenome a uma técnica de corte em sobreposição. Alguns destes móveis pertencem a  cobiçadas coleções pertencentes a museus como o J-P Getty em Los Angeles, Nissim de Camondo  em Paris,  Partridge Fine Arts em Londres e no Waddesdon Manor, em Buckinghamshire, na Inglaterra.
Para fazer as reproduções das flores, utilizei lâmina natural de madeira aplicadas em quadros com dimensões de 21cmx13cmx3cm. As peças têm  identificação própria com o selo Fg (Le Faubourg atelier) na sua borda direita e são numeradas de 1 a 7, pois são apenas sete exemplares de cada. São quadros destinados à decoração de ambientes diversos, que podem ser adquiridas na loja Mercado Negro e são embaladas em uma caixa com o histórico da obra. 
Para pedidos em outros tamanhos, entre em contato conosco pelo e-mail lefaubourgatelier@gmail.com ou pelo telefone (+55 51) 9380-5754.

terça-feira, 20 de outubro de 2009

Expo Acabamento

Le Faubourg Atelier em parceria com a Personart estará com alguns trabalhos participando da Expo Acabamento, que acontece na Fiergs, em Porto Alegre, de 21 a 24 de outubro. Esperamos sua visita. A entrada é franca.
A Expo Acabamento é direcionada a profissionais da arquitetura, agregando urbanistas, paisagistas,arquitetos de interiores bem como construtoras, lojas de materias de construção, designers, decoradores e profissionais do ramo.

domingo, 4 de outubro de 2009

Jean-François Oeben



De origem alemã, Jean-François Oeben nasceu em 1721, em Heinsberg perto de Aix-la-Chapelle. Da sua juventude pouco se sabe, excepto que fez a sua aprendizagem em escultura em madeira e serralharia mecânica. Em Paris, residiu no Faubourg Saint-Antoine e, em 1749, casou-se com Françoise-Marguerite Vandercruse, filha do conhecido ebanista francês Vandercruse (Lacroix). Por influência do sogro tem acesso à oficina de Charles-Joseph Boulle, filho de André-Charles Boulle, onde começa a trabalhar. Sua habilidade depressa é reconhecida e começa a fornecer “merciers” e a executar alguns móveis para Madame Pompadour. Em 1754 obtém o lugar de “ebanista do rei” na manufatura dos Gobelins. Sua arte não se limita à marchetaria - realizou verdadeiras composições pictóricas de grande beleza - mas também aos complicados mecanismos dos móveis que executa, resultantes dos seus conhecimentos de serralharia. Tal habilidade, levou-o a receber o título de “ebanista-mecânico do rei”, em 1760. Oeben morreu em 1763.

sábado, 3 de outubro de 2009

Flor nº1

Esta estampa é um detalhe da marchetaria aplicada em uma penteadeira de Jean-François Oeben (1721-1763) ebanista (marceneiro) oficial do Rei Luís XV na segunda parte do século XVIII. É feita em madeira de pereira, tinéo, radica de amboine, imbuia e madeira tingida.
Oeben era o ebanista favorito de Madame de Pompadour, amante do Rei Luís XV e grande protetora das artes, e também favorito de seu irmão, o Marquês de Marigny, diretor geral dos edifícios do Rei. Graças a eles, obteve o título de Operário da Corte na Manufatura de Gobelins em 1754. Atualmente este móvel pertence ao acervo do J-Paul Getty Museum, em Los Angeles.
Este modelo, que se chama “Flor n°1”, foi reproduzido em sete exemplares e tem o número 0/7. Leva a estampilha Fg na sua borda direita.